Obrigada!

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Estamos há 7 anos no ar, escrevendo de tudo um pouco…

Quase 84 meses de posts com dicas de maquiagem, cabelos, unhas, moda, decoração, casamento, artes, “faça você mesmo”, dicas culturais e gastronômicas, editoriais, esportes, fotografia, viagens, tendências…

365 semanas com indicação de músicas, livros, filmes e séries…

2.555 dias que fotos e vídeos estão disponíveis para pesquisa na internet! Aliás, os posts mais acessados são: A procura do cinto de metal dourado (de 2012) e Os casais reais fora de Grey’s Anatomy (2017)!

61.320 horas online com informações sobre as novidades da nossa cidade e de outros lugares do Brasil e do mundo!

E muitos (MAIS MUITOS) minutos e segundos onde pensamos, escrevemos, apagamos, pesquisamos, reescrevemos, corrigimos, deixamos no rascunho, continuamos a escrever, programamos, liberamos postagens e acompanhamos os comentários (no blog e nas redes sociais).

Ficamos felizes em saber que tanta gente nos acompanha durante todo este tempo! Desde o início não queríamos um blog sobre nosso “look do dia” ou coisa parecida. Queríamos falar daquilo que nos interessasse, seja um editorial que amamos e decidimos compartilhar aqui, ou testar um shampoo e dizer como ele é péssimo, ou falar de lugares incríveis que precisam ser conhecidos…

Temos feito tudo isso e muita gente tem nos acompanhado! Obrigada aos nossos queridos leitores e leitoras pela companhia todos estes anos.

Voltem sempre 😉

Thati e Celle

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CALÇA CROPPED #Trends

CALÇA CROPPED

Quando se fala em cropped, talvez você imagine aquela blusinha curtinha com a barriga a mostra! Mas é também uma super tendência em calças!

É a calça com o cumprimento no tornozelo. Para as mais baixinhas, o ideal é apostar no salto para alongar a silhueta. E pode ser de vários tecidos, desde um mais fino até o jeans.

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Túnicas, coletes e mantos compõem bem o look.

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Os tênis também dão um ar descontraído! Pode até dobrar um pouquinho mais a barra da calça…

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As famosas já aderiram a tendência…

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Da esq. para dir.: Alessandra Ambrósio | Rhianna | Kristen Stewart | Emma Hill

 

C&A collection Dress To.

Já rolou, num passado não muito distante, uma linha da Dress To para C&A (veja aqui a campanha passada). Confesso que comprei duas pecinhas na época!

Pois bem, a coleção de alto verão da C&A conta novamente com a Dress To.

“É como se você estivesse no verão do Rio de Janeiro, estando em qualquer lugar. Nova C&A Collection Dress To, para você se divertir e arrasar misturando as estampas e peças best sellers da marca carioca”.

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Tem estampa tropical, descontraída, muito jeans, folhagem, flores, estampa de azulejo (muito forte em coleções passadas), sapatos e acessórios. E os preços vão até R$199,00.

Athleisure #tendência de moda masculina

Que tal usar sua roupa de academia pra sair com a namorada/esposa/amigos/família sem ser chamado de relaxado? Pra isso aprenda essa palavra: “Athleisure”.

Athleisure é uma tendência onde roupas feitas para exercícios e atividades físicas são usadas em looks de trabalho, casual e até ocasiões sociais. Peças esportivas (sempre presentes no armário dos homens) entram em cena, como calças de moletom, tênis, jaqueta, touca, boné…

Dá uma olhada…

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Pode parecer estranho usar tênis e social… mas esse look além de moderno é super confortável.
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E a calça de moletom combinada com sapato social também é uma boa pedida (mas não aquela calça rasgada e surrada, tá?)
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Dá pra combinar a jaqueta de moletom com um jeans e tênis! Ah… não sei porque homem tem essa mania de combinar um moletom amarelo com uma camiseta vermelha com desenhos em azul… pra não ter erro, camiseta branca ou preta lisa, ok?!
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Jesse Williams (o Dr. Avery de Grey’s Anatomy) combinando tênis e moletom em eventos casuais!

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Refugiados participam do desfile de Ronaldo Fraga

São milhares os refugiados que chegam ao Brasil procurando uma nova chance! Alguns fogem da guerra, que lhes tirou tudo! Outros fogem de países onde não há perspectiva de vida. Saiba mais como ajudar um refugiado clicando aqui.

Por intermédio de uma associação de apoio a refugiados, a congolesa Fanny-Mudingayl, Ronaldo Fraga convidou os sírios Nour Koeder e Nawras Alhaibi, o senegalês Alassane-Diaw e o palestino Leon Diab para desfilarem no SPFW N41.

Ronaldo é um dos poucos que se conecta com temas relevantes da atualidade ao criar sua moda.

Em sua pesquisa, o estilista identificou que a única parte da cultura que os refugiados traziam consigo eram suas roupas. Ele disse “Nesse lugar, a roupa é país, É pertencimento. É reforço de identidade”.

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Eles falaram a equipe da FFW sobre sua trajetória:

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Nour Koeder, 24 anos, Síria, estilista. Fala português.

Tempo no Brasil: dois anos. “Já viajei para Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.”

Motivo da vinda: guerra civil da Síria. “Não dava para morar lá. Eu não tinha trabalho, nem ao menos um lugar para morar. O Brasil foi o único lugar que me abriu as portas. Tinha tentado migrar para alguns países europeus, mas não tive sorte. Como uma tia morava aqui fazia 35 anos, vim para ficar um tempo com ela. Agora moro no Tatuapé.”

O que fazia na Síria: trabalhava como estilista de roupa para festa.

Trabalho no Brasil: desempregado há três meses, já trabalhou em uma fábrica de confecção de jeans no Brás e como vendedor de roupa na feirinha da madrugada.

Uma saudade: dos amigos e da família. “Eles estão espalhados pelo mundo. Meu pai ficou preso na Síria por oito meses e meu irmão mais novo, de 20 anos de idade, foi para a Alemanha pelo mar.”

Um sentimento: esperança. “Quem sabe um dia mostrar minha coleção aqui no SPFW”.

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Nawras Alhaiabi, 33 anos, Síria, jornalista. Fala português.

Tempo no Brasil: quase dois anos.

Motivo da vinda: guerra civil da Síria. “Quando a guerra começou, ficou perigoso viver lá; ou você estava do lado do governo ou da oposição. Primeiro fui para o Líbano e depois para o Brasil. Cheguei triste, deprimido por ter abandonado minha família, minha casa. Não conhecia nada, nem ninguém. Não sabia uma palavra em português. Logo que cheguei fui morar em um hotel no Brás, depois aluguei um quarto para dividir com um refugiado também. Agora vivo com a minha esposa que conheci em uma associação de integração para refugiados aqui em São Paulo. Ela é marroquina e nos casamos aqui faz dez meses.”

O que fazia na Síria: “Me formei em jornalismo, mas trabalhava no Dutty Free em Damasco havia sete anos.”

Trabalho no Brasil: “Minha esposa e eu cozinhamos comida síria e marroquina e vendemos no piquenique que acontece aos fins de semana na Faria Lima. Queremos abrir o nosso restaurante.”

Uma saudade: dos pais. “Falo com eles diariamente”.

Um sentimento: esperança. “A guerra não vai terminar tão cedo. Aposto que dure no mínimo mais cinco anos. Tenho esperanças de conseguir viver e construir minha família aqui no Brasil.”

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Alassane-Diaw, 31 anos, Senegal, comerciante. Não fala português.

Tempo no Brasil: um ano.

Motivo da vinda: “Saí do Senegal porque lá não existe expectativa de vida. Não conseguia ganhar dinheiro e as jornadas de trabalho eram extensas. Moro sozinho na avenida São João, no centro de São Paulo.”

O que fazia no Senegal: “Minha família e eu tínhamos um pequeno comércio.”

Trabalho no Brasil: desempregado. “Desde que cheguei tenho procurado emprego, mas ainda não consegui. Como só falo francês, as coisas ficam mais difíceis.”

Uma saudade: “Minha mulher e minha filha.”

Um sentimento: esperança. “Traze-las para o Brasil também”.

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Leon Diab, 24 anos, Palestina, arquiteto.  Não fala português.

Tempo no Brasil: oito meses.

Motivo da vinda: “Tive de sair do país por causa da Faixa de Gaza. A estrutura para se viver lá é precária. Não tive escolhas. O Brasil apareceu como um lugar que oferece mais facilidades aos refugiados. É relativamente fácil conseguir o visto para ficar aqui, além de ser um país receptivo e com belas paisagens.”

O que fazia na Palestina: “Eu deixei a Palestina logo após o ensino médio e fui viver em Dubai, Milão, fui desbravar o mundo. Sou arquiteto, precisava viajar. Quando decidi voltar para o meu país de origem, me deparei com a situação de Gaza.”

Trabalho no Brasil: “Tenho um escritório de arquitetura e presto serviços para clientes brasileiros e do exterior.”

Uma saudade: “Não tenho. Saí de casa muito cedo, digo que sou uma pessoa do mundo.”

Um sentimento: “Esperança que a situação de Gaza tenha uma solução.”

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Fanny-Mudingayl, 24 anos, Congo, contadora. Não fala português.

Tempo no Brasil: três meses. “Cheguei no começo de 2016.”

Motivo da vinda: “Meu marido já estava aqui em São Paulo e eu desejava outro tipo de vida daquela que tinha no Congo. Moramos nós dois na Vila Matilde.”

O que fazia no Congo: “Fiz faculdade de contabilidade e trabalhava em um supermercado. Mas desde que deixei o emprego, não consegui mais nada.”

Trabalho no Brasil: desempregada. “Está difícil conseguir trabalho. Preciso aprender logo a língua portuguesa, vai me ajudar.”

Uma saudade: “Estou com o meu marido aqui. Então, tá tudo bem.”

Um sentimento: esperança de conseguir um emprego.

 

Abertas as inscrições para o 21º Prêmio Avon de Maquiagem

Estão abertas as inscrições para a 21­ª edição do Prêmio Avon de Maquiagem.

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Pioneiro e, até hoje, o único reconhecimento dedicado exclusivamente aos profissionais da maquiagem, o Prêmio Avon de Maquiagem nasceu para impulsionar carreiras, realizar sonhos e valorizar talentos.

Categorias:

Atualmente, o Prêmio Avon de Maquiagem é divido nas seguintes categorias:

  • Artes Cênicas: teatro, dança, circo, ópera e carnaval
  • Audiovisual: maquiagem para cinema, televisão ou videoclipes
  • Editorial: editoriais de beleza ou moda, para revistas ou sites
  • Passarela: desfiles de moda
  • Publicidade: anúncios impressos e catálogos on-line
  • Social: maquiagem para o dia-a-dia e ocasiões sociais

Prêmios:

  • Viagem internacional para fazer workshops exclusivos com grandes nomes da maquiagem mundial.
  • Participação em eventos organizados pela Avon.
  • Um ano de produtos da marca.

Etapas:

Inscrição – 11 de abril a 27 de maio de 2016

Escolha a sua categoria e inscreva seus melhores trabalhos.

Autoral – 23 de junho a 29 de julho de 2016

Os semifinalistas de cada categoria realizam uma maquiagem autoral sob tema definido pela organização.

Final – setembro de 2016

A Etapa Final acontece ao vivo. Nela, os finalistas reproduzem uma das maquiagens da Etapa Autoral na presença dos curadores e passam por uma entrevista com os executivos da Avon. Os vencedores são anunciados no mesmo dia, no grande evento de premiação.

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Folk Story!

A Riachuelo lançou essa semana (24) sua nova coleção outono/inverno 2015. São duas linhas, e uma delas é a Folk Story!

A coleção Folk Story tem um ar dos anos 70 e é inspirada nos nativos do Oeste norte-americano. É cheia de estampas étnicas, tons terrosos, franjas, jeans e a novidade é o Kimono, peça-chave da nova coleção <3. A coleção foi fotografada em Los Angeles e tá incrível! Olha…

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Vintage is the new black.

É com muita alegria, muito amoooor e muito lu$ho que produzimos nosso primeiro Editorial ❤ em parceria com Studio Walmes Rangel, La Moude Vintage e colaboradores.

Numa pegada Vintage, e usando peças second hand, misturamos o drama e o glamour das décadas passadas mais o toque contemporaneo, o que faz do vintage o novo preto.
Hoje o moderno, é ser antigo. Inspirem-se.

Produção –  M.A.M.  Marcelle Pellissier e Thatiane Pellissier | Fotografia Fernanda Trindade e Paula Rossini | Tratamento de Imagem Louis Pellissier | Filmagem – making Of Erisla Pastore | Cabelo e maquiagem Walmes Rangel | Styling
Jhonny Braz | Modelo Jéssica Ivarras (E-leven Agency Internacional) | Figurino La Moude Vintage – by Jhonny Braz

E se quiser conferir o video de making of, clique aqui.

Gostaram?
queremos comentários suslindas!

Kisses =*