Happy Thanksgiving

O “Thanksgiving Day” ou “Dia de ação de graças” é um feriado comemorado principalmente nos Estados Unidos e Canadá.

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O dia de Ação de Graças era comemorado na quarta quinta-feira do mês de novembro, na região da Nova Inglaterra, sob a forma de festivais cristãos em agradecimento às boas colheitas realizadas no ano. Por esta razão, o Dia de Ação de Graças é comemorado no outono (do hemisfério norte), após a colheita ter sido recolhida e atualmente é comemorado na última quinta-feira de novembro.

No Brasil este feriado não é uma tradição, mas é lembrado por muitas famílias de origem americana. De qualquer modo, não deixa de ser uma oportunidade para você ser grato a Deus <3.

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Sempre há algo para ser grato!

 

 

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Coco Chanel.

“A moda passa, o estilo permanece” – Coco Chanel

Nascida em Saumur, França, Gabrielle Bonheur Chanel chegou a Paris aos 16 anos. Seu apelido deve-se a uma música que sua irmã cantava “Qui qu’a vu Coco dans l’Trocadéro?”. 

Ela tentou a vida no teatro, mas raramente teve grandes papéis por conta da sua estatura.

Foi com o grande amor de sua vida ~Boy~ que ela abriu sua primeira loja de chapéus. A loja Chanel tornou-se um sucesso e apareceu nas revistas de moda mais famosas do país.

Chanel libertou a mulher das faixas e cintas, dos corpetes apertados, das saias amplas de múltiplos babados e franzidos do fim do século 19 e começo do século 20.

Posteriormente abriu uma casa de costura, na qual vendia roupas desportivas para ir à praia e para montar a cavalo. Ela inventou as calças femininas e também as roupas estilo marinheiro.

A loja mais famosa da marca CHANEL está localizada em Paris, nº 31
da Rue Cambon desde 1921, primeira boutique de Coco Chanel.

“Vista-se mal e notarão o vestido.

Vista-se bem e notarão a mulher” – Coco Chanel

Em 1916, ela introduziu na alta-costura o jérsei de malha, os trajes de tecidos xadrez e a moda escocesa, com blusas de malha fina, as calças boca-de-sino, as jaquetas curtas e os casacos cruzados na frente e acinturados em estilo militar.

Nos anos 1920, Chanel já era uma designer influente. Começou a desenhar roupas confortáveis, com tecidos fluidos, peças emprestadas do guarda-roupa masculino e saias mais curtas, em contraste com a silhueta feminina rígida da época.

“Uma mulher precisa de apenas duas coisas na vida:

um vestido preto e um homem que a ame” – Coco Chanel

Em 1921, criou o perfume Chanel no. 5, que faz sucesso até hoje.

Chanel morreu em Paris, no dia 10 de janeiro de 1971, aos 87 anos. Sozinha, no quarto do Hotel Ritz, onde viveu por aproximadamente 33 anos, a estilista teria dito a uma camareira que estava presente: “Vê? É assim que se morre. Sozinha, mas sempre chique”. O seu funeral foi assistido por centenas de pessoas que vestiam suas roupas em sinal de homenagem.

Claude Pompidou, esposa do presidente da  República francesa, era cliente regular de  Coco Chanel. Aqui vista na Maison  Chanel, em 1962 / Divulgação.

O ano de 1983 foi marcado pela chegada do estilista alemão Karl Lagerfeld como diretor de criação da marca Chanel, tanto para a linha de alta-costura quanto para a de prêt-à-porter. O estilo clássico criado por mademoiselle, revitalizado por Lagerfeld, atravessou o século 20 e se tornou atemporal.

A marca CHANEL ingressou o novo milênio cheia de novidades, como a inauguração da primeira boutique especializada somente em acessórios, depois a luxuosa loja em Nova Iorque de jóias e relógios.

“O luxo tem que ser confortável ou não é luxo” – Coco Chanel

A moça órfã e de família humilde, que costura de dia e canta em cabarés de noite, foi retratada pela atriz Audrey Tautou (mesma atriz do filme Le fabuleux destin d’Amélie Poulain) em Coco Antes de Chanel (Coco Avant Chanel, 2009).

“A mulher que não usa perfume não tem futuro” – Coco Chanel

“Coco Chanel não estava apenas à frente de seu tempo. Ela estava à frente de si mesma. Se olharmos para o trabalho de estilistas contemporâneos, veremos que muitas de suas estratégias ecoam o que Chanel já fez. Há 75 anos ela fez uma mistura do vocabulário de roupas femininas e masculinas e criou uma moda que deu ao usuário um sentimento de luxo íntimo, em lugar da ostentação; estes são apenas dois exemplos de como seu gosto e senso de estilo ultrapassam a moda atual.” Assim a jornalista Ingrid Sischy definiu o trabalho de Coco Chanel para a revista norte-americana “Time”.

Colaboradora do post:  Amabili Merlin.