Farm Rio em Londrina <3

Alguns anos atrás já falamos desta marca carioca aqui no blog (clique aqui pra ver)! E a novidade é que agora a loja terá uma unidade em Londrina, no Catuaí Shopping!

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“…a gente nasceu num pequeno estande numa feira de moda. esse estande virou uma loja e depois uma rede de lojas que conquistou uma cidade, e mais outra cidade, estados e até outros países. uau! aquele nosso cantinho se tornou a marca da garota carioca e, quem diria, deu origem a um estilo de vida inspirador…” Farm.

A inauguração será dia 07 de julho! Que tal conferir um pouco do que a loja tem pra oferecer?! Fique sabendo que as peças são lindas ❤

A coleção de inverno 2017 ~SARONGUE ~ foi inspirada no oriente! É um “encontro entre o lado florido, leve e pop do japão com o lado divertido, carnavalesco e colorido do Rio“.

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O que fazer no feriado…

Eeeee preguiçaaaa… 7 de setembro, feriado da independência, um bom dia pra acordar tarde, tomar café na hora do almoço, ligar a Netflix e começar a maratona de séries…

Temos algumas dicas pra você nesse feriado no meio da semana, seja ficando em casa ou batendo perna ;P

Um café da manhã digno de feriado!

Tea-Camomiles-Breakfast100968180.jpgEsquece o pão na chapa + pingado, só por hoje! Que tal caprichar no café… ir pra cozinha fazer aquelas famosas panquecas americanas, montar uma mesa bonita ou mesmo tomar café em algum hotel (se você é de Londrina, experimente o café do Cedro Hotel, não pesa no bolso e é uma delícia)! Ou dá pra fazer um brunch (uma mistura de café da manhã com almoço).

Faça exercícios!

Andar-de-bicicleta-pode-ser-muito-prazeroso-e-ainda-estiloso-Imagem-riodejaneirocyclechic.jpgPra muitos, feriado é sinônimo de descanso, ou seja, nada de academia e exercícios. Mas você pode mudar a rotina, sem deixar de se movimentar. Andar de bike com os amigos, passear com o cachorro, fazer uma caminhada em algum lugar bonito da sua cidade, fazer um treino diferente com alguns colegas…

Assistir a abertura das Paralimpíadas!

P90203195-bmw-unveils-roster-of-u-s-performance-team-athletes-for-rio-2016-olympic-and-paralympic-games-10-201-2141px.jpgInfelizmente as paralimpíadas não tem a mesma cobertura que as olimpíadas. E mesmo sendo um evento menor, os jogos paralímpicos acontecerão no Rio, com a participação de vários países, e é uma excelente oportunidade pra conhecer alguns dos nossos atletas e suas histórias, que são exemplo de motivação e dedicação.

Já foram vendidos mais de 1,5 milhão de ingressos e várias finais já estão com ingressos esgotados, também pelo impacto que as olimpíadas causaram. O evento acontece de 7 a 18 de setembro, no Rio de Janeiro. A cerimônia de abertura acontece às 17h30 no estádio do Maracanã, e você poderá acompanhar pela TV Brasil a partir das 17h45. Além da TV Brasil (tv aberta), os jogos serão transmitidos pela SporTV.

Assistir uma série completa no feriado!

jessica-jones-1.jpgÉ complicado começar uma série e não ter tempo pra terminar! Se você é adepto das maratonas de série no feriado, confira algumas séries com 1 ou 2 temporadas, pra começar e acabar no mesmo dia!

  • Jessica Jones (1 temporada)
  • Stranger Things (1 temporada)
  • Fuller house (1 temporada)
  • How to get away with murder (2 temporadas)
  • Demolidor ( 2 temporadas)
  • Narcos (2 temporadas)

Ir ao cinema

esquadra.jpgCinema + pipoca + chocolate… excelente opção para o feriado! Veja alguns dos títulos que estão em cartaz

  • Esquadrão suicida
  • Pets – a vida secreta dos bichos
  • Star trek – sem fronteiras
  • Ben-Hur
  • Um namorado para minha mulher
  • Café Society

Ler um livro!

moc3a7a-na-rede2.jpgPara os amantes da leitura, os livros podem ser um ótimo companheiro… Sugestões:

  • Para os que curtem romance: “Como eu era antes de você“, de Jojo Moyes. Ela escreve de uma maneira muito fácil e cativante!
  • Para os que curtem um suspence/trama policial: alguns dos livros do Daw Brown, como “O Código da Vinci“, “Ponto de Impacto“, “Fortaleza digital“. Outro ótimo autor, que consegue prender o leitor com as palavras.
  • Biografias como “Steve Jobs: a biografia” ou “Bilionários por acaso: a criação do facebook” estão entre os livros para inspirar empreendedores.
  • Para quem quer ler, mas ao mesmo tempo quer que a leitura tenha algum propósito na vida: com certeza a Bíblia, que é a Palavra de Deus direta pra você. Também recomendamos mais dois livros que são bem legais nesta área: “O mistério da vontade de Deus“, de Charles Swindoll, um dos melhores livros que já li (thati) e “Cartas de um diabo a seu aprendiz“, de C.S. Lewis, um livro pra ler inteiro no feriado e mexer com sua cabeça.

Pesquisar seu candidato a prefeito!

160128111200_eleicoes2016.jpgNão parece uma tarefa muito agradável falar de política no feriado. Mas estamos numa fase difícil do nosso país, e gastar um tempinho pra pesquisar os seus candidatos na internet vai te ajudar nas escolhas que terá que fazer em outubro! Que tal pesquisar os candidatos que tem envolvimento com corrupção, ficha suja, que estão sendo investigados…

Dicas de algumas cidades 

bricks_fabio_tito_img_9402.jpgSão Paulo 

  • Festival do Hambúrguer, organizado pela Cuponeria – com a participação de diversas hamburguerias famosas de São Paulo.  Os valores de R$ 15 a R$ 40 reais e para participar basta acessar o site ou aplicativo da Cuponeria.
  • Festival de Doces, que acontece no Tatuapé. Com entrada gratuita, o evento vai trazer churros, macarons, bolos, suspiro e muito mais.
  • Exposição de Lego, em cartaz na OCA do Ibirapuera, apresenta 80 esculturas de arte feitas com blocos de Lego! A entrada custa R$ 20 inteira e R$ 10 meia entrada. Imperdível para relembrar a infância!
  • O MASP recebe duas exposições que valem a pena: Portinari Popular e a Mão do Povo Brasileiro.
  • O tradicional Desfile Cívico de 7 de setembro, no Sambódromo do Anhembi e conta com a participação de membros da Marinha Brasileira, Exército e Policia Cívil.

Rio de Janeiro

  • Parada Naval de 7 de setembro – Além da tradicional Parada militar, a Parada Naval é um evento que atrai muitas pessoas à praia ou para a orla para ver o desfile no feriado. Ela começa na Barra da Tijuca e termina em Copacabana.
  • Assistir a cerimômia de abertura dos jogos paralímpicos. Ainda tem ingressos disponíveis, e custam de R$ 100 a R$ 1.200,00.
  • Shows no Boulevard Olímpico. O Palco Encontros foi mantido durante a Paralimpíada. Com uma programação um pouco mais reduzida, a região terá atrações, como o Balão Panorâmico Skol, Food Trucks, o Mural Etnias, o Museu Itinerante “Se Prepara Brasil” e o bungee jump da Nissan. Entrada gratuita. Das 18h às 20h.

Londrina

  • Desfile Cívico e Pela Paz de 07 setembro – em Londrina.
  • Shoppings – lojas abrem das 14h às 20h. A praça de alimentação abre a partir das 11h.
  • Exposição “Paulo Gauguin em Mosaico e Óleo Sobre Tela no Aurora Shopping. As obras expostas no lounge do segundo piso do Aurora são reproduções de trabalhos de Gauguin feitas por integrantes do Ateliê Conceição Garcia e do Ateliê Mosaicriar. A mostra é aberta ao público.
  • O Teatro de Caixa” – um espetáculo de Teatro de Figuras. Faz parte das programações do FILO (Festival Internacional de Londrina). Espetáculo às 16h e às 17h na Secretaria Municipal de Cultura – Praça Primeiro de Maio, 110.
  • A.N.J.O.S.” – espetáculo da Cia Cênica Nau de Ícaros | São Paulo (SP). Faz parte do FILO. Espetáculo às 17h no Teatro Mãe de Deus. Ingressos disponíveis por  R$15,00 (meia entrada).
  • O Açougueiro“. Com Alexandre Guimarães | Recife (PE) também parte do FILO. O espetáculo com duração de 50 min acontecerá no Teatro Zaqueu de Melo, às 19h. Ingressos por R$15,00 (meia entrada). 

E ai, dicas não faltam né?! Aproveite o dia!!

 

 

Refugiados participam do desfile de Ronaldo Fraga

São milhares os refugiados que chegam ao Brasil procurando uma nova chance! Alguns fogem da guerra, que lhes tirou tudo! Outros fogem de países onde não há perspectiva de vida. Saiba mais como ajudar um refugiado clicando aqui.

Por intermédio de uma associação de apoio a refugiados, a congolesa Fanny-Mudingayl, Ronaldo Fraga convidou os sírios Nour Koeder e Nawras Alhaibi, o senegalês Alassane-Diaw e o palestino Leon Diab para desfilarem no SPFW N41.

Ronaldo é um dos poucos que se conecta com temas relevantes da atualidade ao criar sua moda.

Em sua pesquisa, o estilista identificou que a única parte da cultura que os refugiados traziam consigo eram suas roupas. Ele disse “Nesse lugar, a roupa é país, É pertencimento. É reforço de identidade”.

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Eles falaram a equipe da FFW sobre sua trajetória:

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Nour Koeder, 24 anos, Síria, estilista. Fala português.

Tempo no Brasil: dois anos. “Já viajei para Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.”

Motivo da vinda: guerra civil da Síria. “Não dava para morar lá. Eu não tinha trabalho, nem ao menos um lugar para morar. O Brasil foi o único lugar que me abriu as portas. Tinha tentado migrar para alguns países europeus, mas não tive sorte. Como uma tia morava aqui fazia 35 anos, vim para ficar um tempo com ela. Agora moro no Tatuapé.”

O que fazia na Síria: trabalhava como estilista de roupa para festa.

Trabalho no Brasil: desempregado há três meses, já trabalhou em uma fábrica de confecção de jeans no Brás e como vendedor de roupa na feirinha da madrugada.

Uma saudade: dos amigos e da família. “Eles estão espalhados pelo mundo. Meu pai ficou preso na Síria por oito meses e meu irmão mais novo, de 20 anos de idade, foi para a Alemanha pelo mar.”

Um sentimento: esperança. “Quem sabe um dia mostrar minha coleção aqui no SPFW”.

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Nawras Alhaiabi, 33 anos, Síria, jornalista. Fala português.

Tempo no Brasil: quase dois anos.

Motivo da vinda: guerra civil da Síria. “Quando a guerra começou, ficou perigoso viver lá; ou você estava do lado do governo ou da oposição. Primeiro fui para o Líbano e depois para o Brasil. Cheguei triste, deprimido por ter abandonado minha família, minha casa. Não conhecia nada, nem ninguém. Não sabia uma palavra em português. Logo que cheguei fui morar em um hotel no Brás, depois aluguei um quarto para dividir com um refugiado também. Agora vivo com a minha esposa que conheci em uma associação de integração para refugiados aqui em São Paulo. Ela é marroquina e nos casamos aqui faz dez meses.”

O que fazia na Síria: “Me formei em jornalismo, mas trabalhava no Dutty Free em Damasco havia sete anos.”

Trabalho no Brasil: “Minha esposa e eu cozinhamos comida síria e marroquina e vendemos no piquenique que acontece aos fins de semana na Faria Lima. Queremos abrir o nosso restaurante.”

Uma saudade: dos pais. “Falo com eles diariamente”.

Um sentimento: esperança. “A guerra não vai terminar tão cedo. Aposto que dure no mínimo mais cinco anos. Tenho esperanças de conseguir viver e construir minha família aqui no Brasil.”

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Alassane-Diaw, 31 anos, Senegal, comerciante. Não fala português.

Tempo no Brasil: um ano.

Motivo da vinda: “Saí do Senegal porque lá não existe expectativa de vida. Não conseguia ganhar dinheiro e as jornadas de trabalho eram extensas. Moro sozinho na avenida São João, no centro de São Paulo.”

O que fazia no Senegal: “Minha família e eu tínhamos um pequeno comércio.”

Trabalho no Brasil: desempregado. “Desde que cheguei tenho procurado emprego, mas ainda não consegui. Como só falo francês, as coisas ficam mais difíceis.”

Uma saudade: “Minha mulher e minha filha.”

Um sentimento: esperança. “Traze-las para o Brasil também”.

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Leon Diab, 24 anos, Palestina, arquiteto.  Não fala português.

Tempo no Brasil: oito meses.

Motivo da vinda: “Tive de sair do país por causa da Faixa de Gaza. A estrutura para se viver lá é precária. Não tive escolhas. O Brasil apareceu como um lugar que oferece mais facilidades aos refugiados. É relativamente fácil conseguir o visto para ficar aqui, além de ser um país receptivo e com belas paisagens.”

O que fazia na Palestina: “Eu deixei a Palestina logo após o ensino médio e fui viver em Dubai, Milão, fui desbravar o mundo. Sou arquiteto, precisava viajar. Quando decidi voltar para o meu país de origem, me deparei com a situação de Gaza.”

Trabalho no Brasil: “Tenho um escritório de arquitetura e presto serviços para clientes brasileiros e do exterior.”

Uma saudade: “Não tenho. Saí de casa muito cedo, digo que sou uma pessoa do mundo.”

Um sentimento: “Esperança que a situação de Gaza tenha uma solução.”

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Fanny-Mudingayl, 24 anos, Congo, contadora. Não fala português.

Tempo no Brasil: três meses. “Cheguei no começo de 2016.”

Motivo da vinda: “Meu marido já estava aqui em São Paulo e eu desejava outro tipo de vida daquela que tinha no Congo. Moramos nós dois na Vila Matilde.”

O que fazia no Congo: “Fiz faculdade de contabilidade e trabalhava em um supermercado. Mas desde que deixei o emprego, não consegui mais nada.”

Trabalho no Brasil: desempregada. “Está difícil conseguir trabalho. Preciso aprender logo a língua portuguesa, vai me ajudar.”

Uma saudade: “Estou com o meu marido aqui. Então, tá tudo bem.”

Um sentimento: esperança de conseguir um emprego.