Por dentro do #LOLLAPALOOZA‏ – Parte 1

Se você foi e ainda está comentando sobre o festival, se você não foi mas viu tudo pelo Multishow ou Youtube, se você não foi, mas também não tá nem ai pra paçoca, ou você só sabe que o Dave Grohl estava lá e também acha ele LIENDO, veeeem ver o que a nossa QUÉÉÉRIDA amiga e colaboradora Fernanda Trindade contou pra gente! Muuitos detalhes…

SÁBADO – 07/04

Já se passaram quase duas semanas, mas ainda fico empolgada só de pensar em tudo que aconteceu. Não sei nem por onde começar a escrever. Tantas coisas emocionantes e fascinantes acontecendo praticamente ao mesmo tempo.

Minha ansiedade iniciou quando vi que o Foo Fighters confirmou presença no final de 2011. A saga havia começado: era hora de comprar os ingressos e planejar a ida para grande São Paulo. Em dezembro, já estava com tudo pago, arrumado e literalmente na contagem regressiva.

A Páscoa chegou, e o dia de viajar veio junto com ela.

São Paulo como sempre, me recebeu de braços abertos. Aproveitamos o feriado para pernear pela Paulista, Augusta e afins, sempre descobrindo novas lojinhas. A da vez foi a CLUBE VINTAGE. Uma gracinha, me presenteei com um anel de caveira gracinha, e uma caneca dos Beatles pra minha coleção. A loja fica na Rua Augusta, 2690, e tem muita coisa boa, bonita e barata (tem também as caras, mas né?!).

O sábado – que durante esse ano parecia uma eternidade pra chegar – finalmente amanheceu com um céu azul, sem nuvens e com sol: um milagre para a capital. Preparamos as mochilas com nosso kit de sobrevivência (que além de protetor solar e lencinhos umedecidos tinha muitas “guloseimas”)…

e partimos para o Jockey. No caminho, um sentimento de deslumbre, ansiedade… Não estávamos acreditando que o dia finalmente havia chegado.

Chegando lá, nos deparamos com um mar de gente. Todos os tipos, idades, estilos. Uma fila organizada que fluía muito bem. Fila, vistoria, fila, validação do ingresso, fila, distribuição de brindes, “BEM VINDOS AO LOLLAPALOOZA BRASIL”. É bobeira, mas até o ar parecia diferente.

Fomos direto para o Palco Butantã, onde Cage the Elephant começaria em instantes. Muito bom, por sinal. Os meninos provaram que não criaram a banda à toa. Dava pra ver quem conhecia e quem nunca tinha ouvido falar, mas o sorriso no rosto era o mesmo. Primeiro show com aquele gostinho de festival, com direito a Matt Schultz pulando na galera. Tudo bem que suas piadinhas infames não foram agradáveis, mas fazer o quê?

Depois veio Band of Horses, que eu conheci e aprendi a gostar faz pouco tempo. Assisti de longe, sentada numa sombrinha bacana que encontramos entre o stand da Trident e da Coca-Cola Zero (que não visitamos, pois a fila era infinita). Mais uma vez, um sorriso no rosto. 

Ao longo do dia o coração batia mais forte. Apenas algumas horas nos separavam de Dave Grohl e companhia. Achamos nosso lugar ao sol, ou melhor, ao entardecer, e ali apreciamos o som de TV On The Radio. Os caras me pasmaram com a qualidade sonora. Não conhecia muita coisa: se falar que sabia o nome de alguma música, estaria mentindo. Uns dormiram, e eu aproveitei para colocá-los na minha lista de “DOWNLOADS”. Estilo definitivamente faz parte do vocabulário deles.

Fim de papo. Guitarras frenéticas começaram a aparecer, luzes piscavam por todos os lado. A única coisa que eu conseguia pensar era na oportunidade de estar ali, vendo tudo aquilo, com meus amigos, sabendo que algumas pessoas esperaram literalmente 10 anos para estar ali também.

Os acordes de All My Life mal apareceram e todas as 75 mil pessoas foram ao delírio. Um bloco único pulava junto. O show seguiu em frente com Dave perplexo ao ver todo mundo cantando e interagindo com eles, respondendo tudo em inglês. Emendou uma sequência épica de músicas: Times Like These, Rope e The Pretender. Fez piada perguntando quanto tempo de show nós gostaríamos de ver, e sugeriu que tocassem até a hora que alguém gritasse chega!

Misturando as clássicas, com as do último CD (Wasting Light), nos surpreendeu tocando bateria em Cold Day in the Sun, enquanto Taylor Hawkins liderava no vocal, e também com um cover de Pink Floyd – In the Flesh?

Best of You merece destaque, e um parabéns à todos os fãs. Um flashmob foi organizado pelo FFBrasil.com na semana do festival, onde todos deveriam levar a palavra OH impressa. Foi lindo. Me arrepio só de lembrar do coral de vozes que incessantemente gritavam no mesmo ritmo. A expressão de Dave, Taylor, Nate, Chris e Pat foi impagável. Eles pararam de tocar e ficaram olhando aquela multidão por alguns minutos. Dave soltou um “I @¨%*# love you, people”.

Do meu lado, dois menininhos fofíssimos, um de 4 anos APENAS, e outro de 10, curtiam o show com uma carinha de fascínio que foi bonito de ver. Gritaram feito gente grande e balbuciavam as letras das músicas.

Reação da banda (baixa qualidade)

Sabíamos que o fim estava próximo, quando depois do “break” tocaram Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll ao lado de Joan Jett.

I love rock and roll

Por fim, Everlong. Nessa hora a emoção tomou conta. Não tenho mais nada a dizer, a não ser a sensação de dever cumprido, e gostinho de “quero mais, muito mais”!

· Show na íntegra

E esse foi só o sábado…”

Clique aqui para ler a parte 2.

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